A propósito das buscas da Polícia Judiciária na empresa municipal "Águas de Gaia, E.M.", a CDU recorda que a política dos executivos PS e PSD no concelho é marcada por um elevado grau de opacidade das empresas municipais relativamente à Assembleia Municipal, não dispondo os eleitos de informação suficiente para o necessário escrutínio das funções delegadas naquela Empresa.
Simultaneamente, a opção destes executivos tem sido a de privatizar funções, transformando as empresas municipais em gestoras de contratos de concessão que, envoltos ou não em questões judiciais ou criminais que caberá aos tribunais determinar, têm, ao longo dos anos, lesado o interesse público.
Assim, sem antecipar juízos, situações desta natureza reforçam a necessidade de uma gestão pública e rigorosa dos recursos e empresas municipais, em defesa do serviço público às populações.
Consideramos fundamental que todo o processo decorra com celeridade e transparência, e que sejam apuradas todas as responsabilidades
CDU/Gaia
26.5.2026
Em 1959 os pescadores de Matosinhos realizaram um heróica luta, que terminava ao fim de 70 dias de greve.
Nas mais duras condições de clandestinidade, o PCP teve um papel central no esclarecimento, na mobilização, na organização da greve e na dinamização da solidariedade da população com os pescadores em luta. Destacou-se no processo José Carlos Almeida, dirigente clandestino do PCP.
Em Abril de 2023 o PCP organizou uma exposição sobre a luta dos pescadores de Matosinhos durante o fascismo, onde está heróica greve teve particular destaque. Por essa ocasião foi gravada uma entrevista com o principal organizador, José Carlos Almeida, que aqui partilhamos.
19 Maio | 18:30 | Centro de Trabalho da Boavista (Av. da Boavista 931, Porto)
Com a participação de Francisco Lopes, membro do Secretariado do Comité Central.
Participa!
De cada vez que vamos ao supermercado, compramos uma botija de gás ou atestamos o veículo, os preços sobem. Os salários e as pensões não acompanham essa subida, mas, para os grupos económicos, os lucros são sempre a somar.
O Governo diz que a culpa é da guerra, da qual é cúmplice e da qual o capital se aproveita para acumular lucros escandalosos.
É preciso aumentar salários e pensões, fixar e regular preços e derrotar o Pacote Laboral!
Manifestação
20 Maio | 18:30 | Praça da Batalha
Com Paulo Raimundo, Secretário-Geral do PCP
O PCP é a força que não fica à espera e vai à luta!
Toma nas tuas mãos o destino da tua vida!
Luta, adere ao PCP.pt/adere
Ramalde, Avenida AEP e alternativa à VCI não podem ser tratados como propaganda de Governo e Câmara
A CDU Cidade do Porto considera inaceitável o método seguido pelo Governo e pelo Presidente da Câmara Municipal do Porto no anúncio de duas intervenções de enorme impacto para a cidade e para a Área Metropolitana do Porto: a criação de um chamado “Distrito Económico e Empresarial” em Ramalde, com o eventual enterramento da Avenida AEP, e a apresentação de uma nova solução viária entre a VCI e a CREP/A41.
Não está em causa a necessidade de enfrentar problemas reais. A CDU há muito defende soluções estruturais para a mobilidade metropolitana, para o descongestionamento da VCI, para a requalificação urbana de zonas degradadas ou subaproveitadas e para a criação de habitação pública e acessível.
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A Direcção da Organização Regional do Porto do PCP (DORP) reafirma que a gratuitidade dos transportes públicos é um objectivo justo e necessário, integrado numa política de promoção do transporte público, de defesa do direito à mobilidade e de combate às desigualdades e assimetrias na região e no país.
Mas a gratuitidade não pode ser tratada como uma medida isolada, desligada da realidade concreta em que se encontram os transportes públicos no Porto e na Área Metropolitana. O problema central que hoje afecta milhares de utentes não é apenas o preço: é a falta de oferta, a sobrelotação, a insuficiência de horários, a degradação das condições de conforto, a falta de articulação entre modos de transporte e a ausência de investimento público à altura das necessidades. Num sistema já subdimensionado, onde muitos utentes viajam diariamente em autocarros, metro e comboios sobrelotados. Anunciar gratuitidade sem refroçar a oferta comporta riscos sérios. Pode aumentar a pressão sobre uma rede que já não responde às necessidades actuais, degradar ainda mais as condições de utilização e contribuir para a descredibilização do próprio transporte público.
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A criação do Museu da Resistência Antifascista no Porto, por proposta do PCP, no edifício da Rua do Heroísmo — antigo centro da PIDE/DGS, por onde passaram mais de 7.600 resistentes antifascistas —, é um passo fundamental para honrar todos os que enfrentaram a repressão fascista e abrir as portas à preservação da memória e da luta que conquistou Abril.
A URAP promoverá uma marcha por um Museu da Resistência Antifascista no Porto:
Sábado, 9 de maio
15h
Ex-PIDE (R. do Heroísmo, 329, Porto)
Participa! Traz um amigo também.
Milhares de trabalhadores saíram à rua neste 1.º de Maio, elevando o patamar de luta contra o pacote laboral, contra o aumento do custo de vida e a guerra, mas também por mais salário, tempo para viver e serviços públicos.
Com força, determinação e confiança, todos à Greve Geral do próximo dia 3 de junho!