Alfredo Maia, deputado do PCP, dirigiu à Ministra da Saúde uma pergunta escrita reclamando a avaliação que o governo faz da criação do Centro de Atendimento Clínico (CAC) no Hospital da Prelada após quase dois anos, da sua fiscalização e da despesa que o SNS teve com esta medida, assim como se pretende renovar este acordo.
A partir do argumento de que a entrega da prestação de cuidados aos utentes triados como pouco urgentes (pulseiras verdes e amarelas) no Hospital de São João e no Hospital de Santo António, aliviaria a resposta às situações de maior urgência, assim como a pressão sobre especialidades que assumem a primeira linha de atendimento nesse serviço, o Governo empurrou para o Hospital da Prelada dezenas de milhares de pessoas, pagos a um valor anunciado de 45 euros por utente.


A nova Unidade de Saúde das Caxinas continua encerrada e sem data prevista para o início do seu funcionamento, apesar da sua inauguração com pompa e circunstância, no passado dia 28 de Fevereiro, numa manobra de propaganda ao nível do actual executivo, com amplo destaque na imprensa e nas páginas da Câmara Municipal e da ULS.
Uma carta subscrita por 4 hospitais do Norte denunciou a situação precária dos doentes cardíacos. Para a DORP do PCP, não é aceitável a dispersão de meios e existência de serviços parciais; é preciso mais investimento no Serviço Nacional de Saúde.
O Heliporto do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos foi encerrado no passado dia 19 de Fevereiro por falta de condições de segurança, na sequência de recomendações da Autoridade Nacional de Aviação Civil.


