Foi com o pavilhão da Escola Carolina Michealis cheio de entusiasmo que se realizou, no dia 13 de Março, o Comício de aniversário do PCP no Porto.
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Foi com o pavilhão da Escola Carolina Michealis cheio de entusiasmo que se realizou, no dia 13 de Março, o Comício de aniversário do PCP no Porto.
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Com o aproximar do fim do 2º período lectivo, são centenas de turmas e milhares de alunos (mais de 20 mil) deste distrito que continuam sem aulas a todas as disciplinas, muitos desde o início do ano. Os números divulgados esta semana pela Federação Nacional de Professores (Fenprof) expressam uma situação preocupante, consequência do rumo de desinvestimento continuado na educação e de desvalorização da carreira docente que a DORP do PCP considera inaceitável.
São milhares de aulas que não se realizam, aprendizagens comprometidas e uma crescente desigualdade no acesso dos alunos - situação que se tem agravado ano após ano, com a falta de professores como um problema central do sistema educativo, que exige a tomada de medidas para tornar mais atractiva a profissão docente, melhorando salários, condições de trabalho e de progressão na carreira, atraindo jovens e estancando a saída de professores.
Numa situação em que os preços da habitação não páram de aumentar, o país carece de habitação pública e o movimento cooperativo carece de apoio, desde logo de terrenos em que possa construir, com esta entrega de património público ao negócio privado, o Governo continua a promover e alimentar a especulação no distrito.
São 3 os imóveis públicos, no distrito do Porto, que a ESTAMO vai colocar em hasta pública a 31 de Março. Serão levados a leilão um terreno urbano para construção em Campanhã, no Porto, com 2.080 metros quadrados, um terreno rústico em Bouça das Cruzes, no Marco de Canaveses, com 1,45 hectares, e várias parcelas de terreno na Póvoa de Varzim para construção, com 2.218, 1.250 e 1.250 metros quadrados.

Uma delegação do Partido Comunista Português (PCP), integrando o deputado Alfredo Maia, reuniu-se ontem (2 de Março de 2026) com o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lousada, numa iniciativa que visou aprofundar o conhecimento sobre a realidade e os problemas concretos que esta corporação enfrenta no seu dia-a-dia.
Durante o encontro os responsáveis da corporação apresentaram um retrato preocupante das condições de trabalho e funcionamento. Foram elencados diversos problemas estruturais, com destaque para a falta de condições dignas das atuais instalações, que condicionam não só a atividade operacional mas também o recrutamento de novos bombeiros e bombeiras. Foi ainda transmitido à delegação do PCP que os Equipamentos de Proteção Individual (EPI's) não são comparticipados pelo Estado, recaindo o seu encargo financeiro inteiramente sobre a associação, e que os reembolsos por parte da Administração Central chegam com vários meses de atraso, estrangulando o orçamento da corporação.
Uma carta subscrita por 4 hospitais do Norte denunciou a situação precária dos doentes cardíacos. Para a DORP do PCP, não é aceitável a dispersão de meios e existência de serviços parciais; é preciso mais investimento no Serviço Nacional de Saúde.
Recentemente vieram a público notícias de uma carta subscrita por quatro hospitais do Norte – Santo António, Vila Real, Matosinhos e Penafiel – a alertar a ministra da Saúde para as listas de espera de doentes cardíacos que aguardam cirurgia ou implantação da válvula aórtica. Estas informações expuseram o panorama que se vive nesta área da saúde, evidenciando as consequências das políticas de desinvestimento no Serviço Nacional de Saúde, bem como quem delas alimenta o seu negócio.
O Heliporto do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos foi encerrado no passado dia 19 de Fevereiro por falta de condições de segurança, na sequência de recomendações da Autoridade Nacional de Aviação Civil.
A causa apontada reside na identificação de obstáculos nos canais de aproximação – aterragem e descolagem – o que compromete a segurança das operações existentes segundo as regras actuais. Alegadamente existem vários obstáculos, o que coloca em risco a segurança da operação.
Desde a campanha para as Eleições Autárquicas de 2017 que a construção de uma nova ponte sobre o Rio Sousa, em Alvre, tem sido sucessivamente prometida, sem que, até hoje, se registe qualquer avanço concreto. Ano após ano, a promessa é repetida, mas a obra continua por concretizar, penalizando gravemente as populações.
A nova ponte é uma reivindicação antiga e justa, essencial para garantir melhores acessibilidades, maior segurança rodoviária e melhores condições de mobilidade. O PCP promoveu recentemente um abaixo-assinado exigindo a sua construção, ainda antes das recentes tempestades, que vieram tornar ainda mais evidente a urgência desta intervenção.
Perante os riscos acrescidos e a persistente inação, o PCP exige um compromisso claro, com calendário e financiamento definidos, para que esta obra avance sem mais adiamentos. As populações de Alvre e de Santa Comba não podem continuar reféns de promessas vazias. É tempo de cumprir.
Todos os cidadãos que desejem associar-se ao PCP na luta por esta justa reivindicação podem entrar em contacto com a Comissão Concelhia de Paredes do PCP através do e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
Comissão Concelhia de Paredes do PCP