Apesar das garantias públicas dadas pela Câmara Municipal do Porto e do investimento realizado para evitar novas inundações na zona das Fontainhas, a situação voltou hoje a repetir-se, com uma nova enxurrada entre as Fontainhas e a Avenida Gustavo Eiffel, situação que a CDU considera grave e inaceitável.
A Câmara Municipal do Porto anunciou, várias vezes, que estava a construir, no jardim Paulo Vallada - que liga a Rua de Santos Pousada à Avenida Fernão de Magalhães - um conjunto de bacias de retenção de águas pluviais destinadas a impedir a repetição das enxurradas ocorridas em Janeiro de 2023, designadamente na zona das Fontainhas e no chamado Bairro dos Moinhos.
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Uma delegação do PCP, integrando o deputado pelo círculo do Porto, Alfredo Maia, e membros da Direção da Organização Regional do Porto, reuniu-se hoje com representantes da Comissão de Trabalhadores e da Sub-Comissão de Trabalhadores do Porto da CP e da Direção do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário.
O encontro analisou as decisões sobre a empresa pública de transporte ferroviário de passageiros recentemente anunciadas pelo Governo, de entre as quais se destaca, pela sua gravidade, a intenção de sub-concessionar as linhas mais rendíveis, nas quais se inserem os comboios suburbanos/urbanos do Porto.
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A Comissão Concelhia de Paços de Ferreira do PCP tomou conhecimento da decisão da Câmara Municipal (PS) de canalizar mais de 380 mil euros para financiar consultas no Hospital Lusíadas, uma unidade privada. Esta medida, que a autarquia justifica com as reconhecidas insuficiências do Hospital Padre Américo e dos centros de saúde, representa uma cedência inaceitável ao desinvestimento no SNS e uma normalização da sua substituição por privados.
O PCP considera que o papel da Câmara não é usar dinheiros públicos para alimentar lucros privados, mas sim exigir ao Governo os investimentos há muito necessários na ULS do Tâmega e Sousa, como a concretização do Plano de Capacitação da ULS Tâmega e Sousa, apresentado pelo PCP durante a discussão do Orçamento de Estado. Estes 380 mil euros fazem falta para investir em escolas, saneamento, rede viária ou apoio social. O seu desvio para o setor privado retira investimento de áreas vitais e contribui para o enfraquecimento do SNS, ao validar a sua incapacitação programada.
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Uma delegação do PCP, que integrou o deputado Alfredo Maia e outros membros da Direcção da Organização Regional do Porto do PCP, reuniu-se hoje com o Conselho de Administração da APDL, para aprofundar conhecimento sobre o projecto de modernização e alargamento do Porto de Leixões.
Da reunião realizada, o PCP destaca com preocupação o momento actual deste processo, em que diferentes dimensões da administração pública (Governo, ADPL e autarquias) não têm o relacionamento institucional que seria de esperar, substituindo a necessária discussão para a procura de consensos para o desenvolvimento desta infraestrutura estratégica pela propaganda e os pronunciamentos públicos de aspectos parcelares.
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Foi tornada pública a composição da nova administração da STCP, confirmando o que a DORP do PCP tem vindo a denunciar quanto à partilha de poder entre o PS e o PSD, com crescente envolvimento do CH e da IL, no que configura um Bloco Central de interesses, bem evidente no alinhamento dos diferentes responsáveis autárquicos com as opções políticas do governo de ataque aos serviços públicos, manutenção de portagens nas ex-SCUT da região e nas escolhas dos novos protagonistas da CCDR Norte, da Área Metropolitana do Porto, da CIM do Tâmega e Sousa e de outras estruturas e entidades metropolitanas, intermunicipais ou municipais.
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Num contexto em que se têm sucedido promessas e anúncios relativos ao Aeroporto do Porto, infraestrutura de importância estratégica para a região e o País, a DORP do PCP entende destacar que:
1. A privatização da ANA Aeroportos foi um processo altamente lesivo para o País, como demonstra o relatório do Tribunal de Contas, onde se destaca uma venda à multinacional Vinci por cerca de 1,127 mil milhões de euros, mas uma perspectiva de dividendos para a multinacional superior a vinte mil milhões de euros, e que a divisão de receitas entre a Vinci e o Estado, será, na melhor das hipóteses de 79% para a multinacional e 21% para o Estado, um valor absolutamente fora do vulgar, para mais tratando-se de um conjunto de infraestruturas já construídas.
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A ligação do Metro do Porto à Trofa é uma reivindicação antiga das populações e dos trabalhadores do concelho, arrastada há mais de duas décadas entre anúncios, promessas eleitorais e sucessivos adiamentos.
Desde o primeiro momento, o PCP e a CDU na Trofa estiveram na linha da frente da luta pela concretização desta infraestrutura estruturante, denunciando atrasos, exigindo compromissos claros e recusando soluções de menor qualidade que não respondem às necessidades reais da região.
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A Direcção da Organização Regional do Porto (DORP) do PCP, reunida a 23 de Janeiro de 2026, analisou as eleições presidenciais de 18 de Janeiro e a evolução da situação económica e social da região e definiu linhas de intervenção imediata do Partido.
1- Eleições para Presidente da República
O resultado das eleições presidenciais constitui um factor negativo na vida nacional, desde logo porque se ampliaram expressões demagógicas, antidemocráticas e reaccionárias, bem como promoção de personalidades e forças que protagonizam este caminho.
Eleições onde se conjugou a menorização e apagamento da candidatura de António Filipe com o condicionamento e a promoção do medo, designadamente a partir da operação das sondagens que foram criando um cenário hipotético de risco de passagem à segunda volta de 2 candidatos reaccionários.
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