A situação que o país e o Mundo atravessam, com medidas excecionais para situações excecionais, não pode servir de argumento aos patrões para o atropelo dos direitos e das garantias dos trabalhadores, nem de pretexto para o agravamento da exploração e para o ataque aos direitos dos trabalhadores. Os últimos dias dão um perigoso sinal de um percurso que, a não ser travado, lançará as relações laborais numa verdadeira “lei da selva” e atirará milhares de trabalhadores para a desregulação e o desemprego.
De acordo com informação que chegou ao Grupo Parlamentar do PCP, a empresa Preh Portugal, Lda., com sede na Trofa, vai proceder ao despedimento de 500 dos seus 1200 trabalhadores.


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Face ao ressurgimento de notícias de que os resíduos que estão a ser depositados no aterro de Sobrado, em Valongo, não estão a ter a cobertura diária com o recurso a terra vegetal, reavivando dúvidas quanto ao tratamento de resíduos hospitalares (designadamente do COVID-19) naquele aterro,
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O Grupo Efacec reúne os meios de produção, tecnologias e competências técnicas para o desenvolvimento das suas atividades que abarcam os domínios das soluções de Energia, Engenharia, Ambiente, Transportes, Automação e Mobilidade Elétrica, com uma rede de filiais e agentes em vários países. Por exemplo, no RU, França, Espanha, Dinamarca, República Checa, EUA, Colômbia, Brasil, Argentina, Angola, Moçambique, Qatar, EAU, Tailândia, etc. A EFACEC conta com cerca de 2500 trabalhadores, tem tido um volume de negócios anual superior a 500 milhões de euros e é uma das mais importantes empresas industriais do País.
O PCP reafirma a necessidade da implementação de medidas de prevenção adequadas ao surto epidémico com origem no Covid-19. Fá-lo num quadro de responsabilidade que justifica igualmente que não se alimente um clima de alarmismo, intranquilidade e medo desproporcionados.
Uma delegação do PCP, integrando a Deputada Diana Ferreira, reuniu com a Sub-Comissão de Trabalhadores da RTP/Porto, no Monte da Virgem.

