Como é do conhecimento público, Rui Rio apresentou uma proposta, que irá ser discutida na ordem do dia da próxima reunião da Câmara que propõe:· “Que o executivo delibere manifestar a sua anuência à deliberação do Conselho de Administração da Porto Vivo, SRU, Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense, S.A, de 6 de Janeiro de 2011, conforme acta n.º 359, mediante a qual as funções cometidas, legal e estatutariamente, ao Presidente do Conselho de Administração passam a ser exercidas, conjuntamente, pelos dois administradores executivos, Ana Paula Dias Delgado e Rui Ferreira de Espinheira Quelhas, até à designação pela Assembleia Geral do novo Presidente do Conselho de Administração.


A grave crise económica e social em que o país está mergulhado regista no distrito do Porto maiores consequências pelo facto de ao longo dos últimos trinta anos os sucessivos governos terem promovido a destruição da indústria transformadora e o agravamento da exploração a par de uma política assente nos baixos salários e no atropelo pelos mais elementares direitos de quem trabalha.
Em 18 de Janeiro, a Candidatura de Francisco Lopes apresentou queixa à Comissão Nacional de Eleições (CNE) pela
A Câmara Municipal do Porto, mais uma vez, retirou ilegalmente propaganda política.
"Esta candidatura que assumo exprime a exigência de uma profunda ruptura e de uma efectiva mudança em relação às orientações políticas seguidas nas últimas décadas.
A Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia do Partido Comunista Português, reunida a 17 de Janeiro, torna público o seguinte:
Como é do conhecimento público, a CDU – Coligação Democrática Unitária denunciou o abandono do Rivoli Teatro Municipal por parte da empresa Todos ao Palco (do encenador La Féria), bem como o facto de esta empresa ter deixado um conjunto significativo de dívidas, designadamente remunerações em atraso aos actores e demais pessoal técnico que participou nas diversas produções.
As propostas de Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2011 merecem a maior atenção dos gaienses, dados os enormes constrangimentos financeiros provocados pelos PEC 1, 2 e 3 acordados por PS e PSD com o apoio intermitente do CDS, e pelo OE de 2011 confeccionado pelo PS e o PSD, que vivem agora, claramente, em união de facto.

