Por iniciativa da CDU, a Assembleia Municipal do Porto reuniu extraordinariamente para debater a decisão do Governo de proceder à privatização da STCP e da Metro do Porto.Durante o debate, a CDU alertou para as consequências negativas para a cidade e para a região da concretização desta decisão, alertou para os perigos da chamada municipalização dos transportes, denunciou a posição de cumplicidade de Rui Moreira com o Governo e defendeu a mobilização dos trabalhadores, das populações e das autarquias contra esta intenção do Governo.


O PCP realizou hoje no Porto, no auditório da Junta de Freguesia de Massarelos, no Porto, uma audição parlamentar sob o lema “Mobilidade e Transportes – Em defesa do serviço público”.
A Comissão Concelhia de Vila Cova de Gaia do PCP, face às noticias vindas a público que envolvem o ex-Presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, e a investigação em curso pela PJ sobre actos alegadamente praticados por Luís Filipe Menezes enquanto Presidente da Câmara, entende tornar público o seguinte:
Num momento em que a ofensiva do Governo e da política de direita coloca ameaças cada vez mais graves ao futuro dos trabalhadores e utentes dos transportes, à mobilidade como um direito e ao próprio desenvolvimento local e regional, em que é anunciada a entrega da gestão aos grupos económicos privados, numa PPP apresentada como subconcessão STCP/Metro do Porto, o Grupo Parlamentar do PCP considera de particular importância a reflexão e a intervenção das entidades representativas dos trabalhadores, dos utentes e das populações.
A DORP do PCP promoveu um conjunto de contactos e reuniões para avaliar a situação da Justiça no distrito do Porto. Mais de duas semanas depois da abertura do ano judiciário e após reunir com o Conselho Distrital da Ordem dos Advogados, a Delegação Regional do Sindicato dos Funcionários Judiciais e ter contactado diversos trabalhadores das várias áreas do sector, a conclusão é muito diferente do que ontem a Ministra, mais uma vez, anunciou: há uma evidente negação de acesso à Justiça a milhares de pessoas; há uma carência gritante de funcionários judiciais; evidencia-se o afastamento da Justiça das populações e confirma-se que as secções de proximidade são uma falácia; empresas privadas com acesso a processos e a informações confidenciais e que já alteraram processos e dados processuais. O mais preocupante é que estes problemas tendem a agravar-se ao longo do tempo e terão um reflexo mais significativo a médio prazo.
No âmbito da preparação da 11.ª Assembleia da Organização Regional do Porto do PCP, que se realiza a 6 de Dezembro, foi distribuído aos militantes da região um documento com os «Tópicos para a discussão no Partido». Será em grande medida em torno destes tópicos que decorrerá a primeira fase preparatória da assembleia, que culmina a 30 de Setembro. Com base neste debate será elaborado o projecto de Resolução Política.
Afinal a Câmara de Gondomar não honrou os seus compromissos e sucessivas promessas. Nem as iniciais, quando a 5 de Julho alardeou que conseguiria que o investimento de 367 mil euros na obra de remoção do amianto da cobertura de 11 escolas primárias e 4 infantários criaria condições para que tudo estivesse pronto no inicio do ano escolar. Nem a segunda determinação a 4 de Setembro, quando publicitou que devido a “burocracias”, apenas 3 das escolas iriam ser intervencionadas a tempo de ficar prontas para o início de aulas.
Uma delegação composta pelos deputados Jorge Machado, Diana Ferreira e por Jorge Sarabando, membro da DORP do PCP, reuniu hoje com o Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados e com o Sindicato dos Funcionários Judiciais.

