No âmbito da sua actividade parlamentar, uma delegação do PCP, que integrou os seus deputados eleitos pelo distrito, realizou contactos institucionais com algumas entidades importantes para a região. De manhã, em reunião com o Reitor da Universidade do Porto, foram reafirmadas várias preocupações no que respeita aos cortes de financimento às instituições de Ensino Superior, e ao défice de resposta da acção social às carências dos estudantes. De tarde, em visita ao Museu do Futebol Clube do Porto na companhia do seu Presidente, Pinto da Costa, colocou-se em relevo o importante papel do clube na capacidade de afirmação e de prestígio da região.
O PCP desenvolve por todo o País, acções de esclarecimento junto das populações sob o lema: "Renegociar a dívida. Defender o povo e o País". Esta acção decorre, três anos após a proposta do PCP de renegociação da dívida pública, quando PS, PSD e CDS se preparavam para chamar a troika e precede a discussão na Assembleia de República do Projecto de Resolução do PCP sobre esta matéria.
A discussão na Assembleia de República do Projecto de Resolução do PCP "Pela renegociação da dívida pública e por políticas de defesa e reforço da produção e do investimento que assegurem o crescimento da economia e combatam o desemprego", será mais uma oportunidade de confrontar o PS, o PSD e o CDS com o rumo de desastre nacional que estão a impor a Portugal e apresentar a alternativa que o PCP propõe ao povo português.
O PCP desenvolve por todo o País, acções de esclarecimento junto das populações sob o lema: "Renegociar a dívida. Defender o povo e o País". Esta acção decorre, três anos após a proposta do PCP de renegociação da dívida pública, quando PS, PSD e CDS se preparavam para chamar a troika e precede a discussão na Assembleia de República do Projecto de Resolução do PCP sobre esta matéria. A discussão na Assembleia de República do Projecto de Resolução do PCP "Pela renegociação da dívida pública e por políticas de defesa e reforço da produção e do investimento que assegurem o crescimento da economia e combatam o desemprego", será mais uma oportunidade de confrontar o PS, o PSD e o CDS com o rumo de desastre nacional que estão a impor a Portugal e apresentar a alternativa que o PCP propõe ao povo português.
Numa acção de rua realizada hoje, João Torres, candidato da CDU ao Parlamento Europeu, lembrou que há três anos, em 5 de Abril de 2011, o PCP defendeu que havia alternativas à assinatura do memorando com a Troika. Defendeu que o país deveria tomar a iniciativa de promover a renegociação da dívida pública nos seus prazos, juros e montantes.
Hoje, a vida dá razão ao PCP. Três anos depois, o país está mais pobre, mais injusto, mais endividado e mais dependente.
A questão que hoje está colocada ao povo português não é a do falso dilema da saída “limpa” ou “cautelar”, que não garante qualquer melhoria das condições de vida, qualquer perspectiva de recuperação económica, ou qualquer afirmação da nossa soberania, mas sim a exigência de uma ruptura com a política de direita, onde se insere o avanço, no imediato, para um processo de renegociação da dívida pública.
Esta proposta do PCP é também inseparável de outros eixos da política patriótica e de esquerda que propomos ao país, a começar pelo aumento da produção nacional, substituindo importações, desenvolvendo o investimento público produtivo, aproveitando os recursos e as potencialidades do país. Tal como temos afirmado, Portugal em vez de produzir cada vez menos e dever cada vez mais, tem forçosamente de produzir cada vez mais para poder dever cada vez menos.
(ver documento distribuido)
Numa acção de rua realizada hoje, João Torres, candidato da CDU ao Parlamento Europeu, lembrou que há três anos, em 5 de Abril de 2011, o PCP defendeu que havia alternativas à assinatura do memorando com a Troika. Defendeu que o país deveria tomar a iniciativa de promover a renegociação da dívida pública nos seus prazos, juros e montantes.Hoje, a vida dá razão ao PCP. Três anos depois, o país está mais pobre, mais injusto, mais endividado e mais dependente. ver documento distribuído
A DORP do PCP reunida a 28 de Março, para analisar as conclusões da reunião do CC de 24 de Março, a evolução da situação na região e a preparação das eleições ao Parlamento Europeu, destaca as grandes potencialidades para o desenvolvimento das tarefas do Partido e o reforço da organização, mesmo no quadro político-social complexo e exigente em que intervimos.
1. Política de direita com reflexos evidentes na região
Pese embora a propaganda do governo e os anúncios de milagres e recuperações económicos, três anos depois da imposição pelas troikas nacional e estrangeira do Pacto de Agressão, a realidade nacional confirma um país mais pobre e dependente, menos soberano e mais injusto.
O empobrecimento e o agravamento da exploração – que caracterizam a política de direita, os PEC`s e o Pacto de Agressão – revelam-se de forma expressiva e dramática também na região com níveis de desemprego brutal, sucessão de falências diárias, salários em atraso, ataque aos direitos, adiamento da construção de infraestruturas estratégicas e corte no investimento público, cortes e encerramentos de serviços públicos essenciais.
Indicador das dificuldades extremas das famílias do distrito pode ser comprovado pelos mais de 190 cortes de fornecimento de energia eléctrica por dia no ano passado, na sua grande maioria por dificuldades financeiras das famílias.
Na lógica de um estado ao serviço dos grupos económicos e dos interesses privados, o Centro de Reabilitação do Norte, velha reivindicação para os cuidados de reabilitação e internamento em toda a região do Norte, agora que foi construído foi de imediato entregue à gestão da Santa Casa da Misericórdia, após milhões de euros de investimento público.
Caminho idêntico está a ser preparado com os transportes públicos, no caso a Metro do Porto, a STCP e as linhas suburbanas da CP cujo processo de privatização está a ser preparado e desenvolvido, sempre numa lógica contrária aos interesses dos utentes, das populações e da região.
2. O 40º aniversário da revolução de Abril
As comemorações do 40º aniversário da revolução de Abril merecem da parte da DORP do PCP a maior atenção e empenho, afirmando e projectando os valores de Abril como matriz de desenvolvimento e progresso social, que abre caminho à construção de uma política alternativa, patriótica e de esquerda, e à ruptura com mais de 37 anos de política de direita que causou graves prejuízos e retrocessos.
No quadro das comemorações do 40º aniversário do 25 de Abril, a DORP do PCP promoverá um conjunto vasto de iniciativas, das quais se destaca um almoço regional, no dia 26 de Abril, em Vila do Conde, com a presença do secretário-geral do Partido e do primeiro candidato da CDU nas eleições ao parlamento Europeu. Promoverá igualmente um ciclo de debates que se iniciará a 5 de Abril com um debate sobre “O 25 de Abril e as funções sociais do Estado”.
Destacando a importância das comemorações populares e das muitas iniciativas que se realizarão pelo distrito, a DORP do PCP não pode deixar de alertar para a tentativa de alguns usarem a evocação da data para procurarem branquear a história, apagar o papel das massas populares e do PCP no combate ao fascismo e na revolução e absolver os responsáveis pela contra-revolução e os apoiantes da política de direita.
3. As eleições ao Parlamento Europeu – uma batalha de todo o Partido
As eleições ao Parlamento Europeu do próximo dia 25 de Maio serão uma oportunidade para, através do reforço da CDU contribuir para dar força à defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores e do povo, da soberania nacional e do desenvolvimento regional, rejeitando as imposições supranacionais e rompendo com a espiral de retrocesso social e o declínio económico.
O reforço de votos e mandatos da CDU é factor essencial para conduzir à demissão do governo e à convocação de eleições antecipadas, para contribuir para a derrota da política de direita, para assegurar a devolução dos salários e direitos roubados, para afirmar e defender os interesses nacionais e para abrir caminho a uma alternativa política, patriótica e de esquerda.
Numa conjuntura de promoção da bipolarização e de falsas alternativas que não põem em causa o processo de integração capitalista, a política de direita e os mecanismos de ingerência, o reforço da CDU reclama o empenho dos militantes e das organizações do Partido na concepção e concretização de uma campanha de massas, assente no contacto e mobilização dos trabalhadores e do povo para o voto na CDU.
A DORP do PCP destaca a importância para a dinamização da campanha eleitoral que pode representar a acção nacional de contactos com os membros do Partido para a entrega do cartão e elevação da militância, assegurando o envolvimento do colectivo partidário nesta batalha, destacando o papel de cada membro do Partido no contacto com outros, fazendo de cada camarada um activista e um motor do esclarecimento e do reforço eleitoral da CDU, contribuindo dessa forma também para o alargamento da frente de rejeição da política de direita, afirmando os valores de Abril como alternativa de desenvolvimento e progresso social.
Porto, 28 de Março de 2014
A Direcção da Organização Regional do Porto do PCP
A DORP do PCP reunida a 28 de Março, para analisar as conclusões da reunião do CC de 24 de Março, a evolução da situação na região e a preparação das eleições ao Parlamento Europeu, destaca as grandes potencialidades para o desenvolvimento das tarefas do Partido e o reforço da organização, mesmo no quadro político-social complexo e exigente em que intervimos.
1. Política de direita com reflexos evidentes na região Pese embora a propaganda do governo e os anúncios de milagres e recuperações económicos, três anos depois da imposição pelas troikas nacional e estrangeira do Pacto de Agressão, a realidade nacional confirma um país mais pobre e dependente, menos soberano e mais injusto. O empobrecimento e o agravamento da exploração – que caracterizam a política de direita, os PEC`s e o Pacto de Agressão – revelam-se de forma expressiva e dramática também na região com níveis de desemprego brutal, sucessão de falências diárias, salários em atraso, ataque aos direitos, adiamento da construção de infraestruturas estratégicas e corte no investimento público, cortes e encerramentos de serviços públicos essenciais.