Solidariedade com as vítimas e exigência de apuramento de responsabilidades
1.A DORP do PCP lamenta as consequências das condições climatéricas desta noite e manifesta a sua solidariedade para com os afectados, particularmente aqueles que viram os seus bens destruídos ou danificados.
O Plano e Orçamento da Junta Metropolitana foram votados pela segunda vez, sem resultado deliberativo, na reunião da Assembleia Metropolitana de 9 de Janeiro.
Depois de, na reunião de 19 de Dezembro, o resultado da votação ser de treze votos a favor (PSD e CDS), treze votos contra (PS, CDU e BE) e uma abstenção do Vice-Presidente da mesa (Dr. Pedro Bacelar de Vasconcelos do PS), nesse dia a exercer as funções de Presidente da Mesa, e sendo a votação inconclusiva, foi marcada uma reunião extraordinária tendo como Ordem de Trabalhos de novo a “apreciação e votação do Orçamento e Plano da Junta Metropolitana do Porto”.
Mantêm-se as carências, sucedem-se as privatizações, aumentam os custos para os consumidores
A DORP do PCP considera existir neste momento no distrito do Porto uma situação grave no que respeita ao abastecimento de água. Onde se conjugam, por efeito da política deste governo e da linha corrente de privatização de serviços municipalizados por parte das próprias câmaras, ameaças muito fortes ao fornecimento de água em condições acessíveis e numa lógica social.
O projecto do Metro encontra-se quase completamente bloqueado pelo governo há quase dois anos por sua decisão de não avançar com qualquer obra, limitando-se a concluir o que estava em curso.
O Acordo que será hoje assinado entre a Junta Metropolitana do Porto (JMP) e o Governo para o Metro do Porto, segundo as notícias vindas a público, confirma as preocupações anteriormente manifestadas pela DORP do PCP com a JMP a ceder às intenções de um governo que apregoa a descentralização mas impõe a centralização da gestão de um projecto metropolitano, que lhe permite gerir as obras com base em eventuais critérios eleitoralistas e consoante os seus interesses.