o incumprimento de direitos, ilegalidades e agravamento da exploração dos trabalhadores
A DORP do PCP tem vindo a denunciar os sucessivos atropelos aos direitos dos trabalhadores, as ilegalidades e os abusos que são cometidos em inúmeras empresas da região. A denúncia que temos vindo a fazer tem permitido resolver algumas dessas situações, repondo a legalidade e assegurando o cumprimento dos direitos de quem trabalha.


As últimas notícias vindas a público sobre o Museu da Indústria confirmam que neste processo Rui Rio e a maioria absoluta PSD/CDS se têm envolvido num chorrilho de mentiras que, efectivamente, põem a nu o desprezo com que encaram a Cultura em geral e este Museu em particular.
Como noutras áreas, também naquilo que se refere aos transportes públicos, o Governo PS/Sócrates e a Junta Metropolitana do Porto/Rui Rio não cumprem com os compromissos assumidos e insistem em políticas de desinvestimento que contribuem para agravar as assimetrias e a crise económica e social em que o Porto, o seu distrito e a área Metropolitana se encontram mergulhados.
A Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia do PCP, reunida a 07 de Maio, analisou a situação política e social do país e do concelho, e traçou tarefas para o mês de Maio.
Uma mentira, por muitas vezes que seja repetida, nunca se transforma em verdade.
A DORP do PCP, reunida no passado fim-de-semana procedeu à análise da situação política e social e do desenvolvimento da luta no distrito do Porto, designadamente dos trabalhadores e das populações de que o 25 de Abril e o 1º de Maio foram expoentes maiores. A DORP do PCP definiu ainda aspectos fundamentais da actividade e da intervenção do Partido no distrito do Porto, com o agendamento de mais de 100 acções em todo o distrito, destacando-se a convocação de um desfile de protesto sob o lema “Basta de retrocesso. Com o PCP: Emprego, Produção, Justiça social”.
A decisão agora anunciada por Rui Rio, de demissão da Metro do Porto, não pode deixar de ser vista como mais uma operação de vitimização, que deve ser interpretada à luz de uma gestão metropolitana, sob sua presidência, de clara submissão às pretensões do governo. Rui Rio é responsável pela entrega ao governo da maioria no Conselho de Administração e cúmplice nos longos atrasos no desenvolvimento do projecto Metro do Porto.


