A Reorganização Administrativa do Território das Freguesias, alicerçada em pressupostos falsos, pretendeu empobrecer o regime democrático participativo e subverter a filosofia própria do Poder Local.No caso do concelho de Valongo, ao ignorar todas as deliberações assumidas por unanimidade nos diferentes órgãos autárquicos contrários a qualquer agregação das suas freguesias, provocaram uma forte contestação e oposição, em especial das populações de Campo e de Sobrado. Ao agregar estas duas freguesias não foi tido em conta o contraste existente em termos económico/social, assim como as diferenças ao nível cultural e patrimonial, o que trouxe desconforto e desconfiança em relação à classe política.


POR PROPOSTA DO PCP, ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA APROVA
O PCP realizou ontem em todo o País, um conjunto de acções de esclarecimento com o tema «Não às chantagens da UE – não às sanções», promovendo o contacto com trabalhadores e populações, denunciando a ingerência e afirmando a necessidade de uma política de defesa do povo e do País.
Vereador comunista vota contra o Memorando de Entendimento para o Novo Modelo de Gestão da STCP, assumindo o compromisso, enquanto titular do Pelouro da Mobilidade e Transportes em Matosinhos, de concretizar a partir de Setembro reuniões públicas em todas as freguesias para discutir com as populações as necessidades de reforço da rede do operador público no concelho e a melhoria do serviço.
O PCP acompanhou de perto a luta de uma centena de trabalhadores da Soares da Costa que, esta manhã, se fizeram deslocar em autocarros, desde o Porto e Vila Nova de Gaia, até ao Ministério do Trabalho e da Segurança Social em Lisboa.
O deputado Jorge Machado interveio na Comissão Parlamentar de Saúde, na Assembleia da República, reclamando do Governo a defesa do Centro Hospitalar Póvoa/Vila do Conde com as necessárias valências e meios para a resposta à população daqueles concelhos.
Face à continuada situação de salários em atraso, os trabalhadores da empresa de construção cicíl e obras públicas Soares da Costa deslocam-se hoje em manifestação ao Ministério do Trabalho exigindo a intervenção do governo.
O flagelo da Toxicodependência continua a condicionar de forma dramática a vida de milhares de pessoas no Porto, condenando os próprios e as suas famílias a um drama com consequências verdadeiramente trágicas.

