É sabido que toda a operação tendente à concessão do Coliseu do Porto se baseou na “incapacidade” da Associação de Amigos do Coliseu e, designadamente, dos seus Associados Estado, Município do Porto e Área Metropolitana do Porto, conseguirem garantir as verbas para pagar as obras de reabilitação do edifício, cujo valor foi publicamente apresentado como sendo de 8,5 milhões de euros.


A forma negativa como a APDL desenvolveu a fase inicial do projeto, sem partilhar informação com as autarquias e com as populações, levaram a que se constituísse uma comissão de acompanhamento do projeto envolvendo a APDL, representantes das autarquias abrangidas pelo do projeto e por representantes de atividades económicas potencialmente afetadas. No entanto, esta comissão não reúne há mais de seis meses, não foram prestados mais esclarecimentos e veio a público a notícia da iminente adjudicação da obra do Quebra Mar.
Nos últimos dias têm vindo a público novos elementos sobre a rede de metro, com destaque para a “celebração do protocolo relativo ao desenvolvimento dos estudos para a consolidação da Rede de Metro do Porto e desenvolvimento de sistema de metro bus na AMP”, assinado no passado dia 21 de Fevereiro.


