Degradação das habitações municipais confirmam que a Câmara de Valongo “não põe um prego” no concelho
No passado domingo, dia 25, a CDU – Coligação Democrática Unitária realizou uma visita ao Bairro Municipal 1º Maio, na freguesia de Campo.
A delegação da CDU, composta, entre outros, pelos eleitos autárquicos Adriano Ribeiro, Manuel Santos e Otília Pinto, constatou o abandono a que a Câmara Municipal de Valongo sujeita os moradores dos bairros municipais. De facto, neste bairro, há fogos completamente cheios de humidade e com as tintas das paredes a descascar (ver fotos em anexo) , sem que os serviços municipais, no exercício das suas competências e deveres, ajudem a resolver a situação. Aliás, num dos casos, a família em questão abordou a empresa municipal Vallis Habita em Agosto passado (há 7 meses!) e apenas obteve o conselho de “passar lixivia nas paredes”.
Outro dos problemas identificado foi a ausência de apoio social às famílias mais carenciadas. Segundo foi relatado pelos moradores, apesar de existirem casos de pessoas e famílias com limitações graves e a viver situações socialmente complexas, a resposta de apoio dada pela Câmara Municipal é manifestamente insuficiente.
A acrescentar a este quadro verifica-se ainda a ausência de manutenção e limpeza dos espaços comuns e jardins envolventes ao bairro, com a persistência de montes de lixo em plena via pública.
Importa neste contexto alertar ainda para os valores relativamente altos actualmente cobrados às famílias residentes, que, de acordo com o que foi relatado à CDU, chegam a atingir cerca de 300€. No entanto, caso avance o designado Plano de Saneamento Financeiro aprovado por PSD, CDS e PS na Câmara de Valongo, os valores das rendas podem subir de forma a aumentar, mais uma vez à custa dos mesmos, as receitas da autarquia.
Perante o exposto, que confirma que a Câmara de Valongo “não põe um prego” no concelho, a CDU irá intervir institucionalmente nos órgãos competentes, nomeadamente na Assembleia Municipal e na Junta de Freguesia de Campo, reclamando da Câmara Municipal de Valongo a assunção de medidas de manutenção das habitações do Bairro 1º de Maio, a par com o necessário reforço da limpeza no espaço público e no apoio social às famílias mais carenciadas.
A CDU – Coligação Democrática Unitária / Valongo
Valongo, 26 de Março de 2012
Degradação das habitações municipais confirmam que a Câmara de Valongo “não põe um prego” no concelho No passado domingo, dia 25, a CDU – Coligação Democrática Unitária realizou uma visita ao Bairro Municipal 1º Maio, na freguesia de Campo.A delegação da CDU, composta, entre outros, pelos eleitos autárquicos Adriano Ribeiro, Manuel Santos e Otília Pinto, constatou o abandono a que a Câmara Municipal de Valongo sujeita os moradores dos bairros municipais. De facto, neste bairro, há fogos completamente cheios de humidade e com as tintas das paredes a descascar (ver fotos em anexo) , sem que os serviços municipais, no exercício das suas competências e deveres, ajudem a resolver a situação. Aliás, num dos casos, a família em questão abordou a empresa municipal Vallis Habita em Agosto passado (há 7 meses!) e apenas obteve o conselho de “passar lixivia nas paredes”.
Uma comitiva da CDU, liderada pelo elemento da CDU na Assembleia Municipal (AM), Adriano Ribeiro, e pelo membro da Assembleia da Freguesia de Ermesinde da CDU, Sónia Sousa, visitou Domingo, 16 de Fevereiro, o Bairro de Mirante de Sonhos, localizado no extremo oriental da freguesia de Ermesinde, entre os lugares de Montes da Costa e Sonhos.
Convidados pelos moradores a visitar as suas casas, verificaram a degradação das habitações provocada pela infiltração de água, que ocorre devido à má qualidade dos isolamentos utilizados na construção e à falta de intervenção da Câmara e da sua empresa, a VallisHabita, que apenas efetuou obras de manutenção da fachada dos prédios (colocação dos azulejos em falta).
Também verificaram, mais uma vez, o isolamento a que este conjunto habitacional continua sujeito, sobretudo por não ser servido pela carreira de autocarros da STCP. Os moradores voltaram a lembrar a promessa que em tempos lhes foi feita de construção da estrada que ligará a Escola Básica do Mirante de Sonhos ao complexo habitacional, lembrando que sem esta estrada será pouco provável que a STCP se disponibilize a estender a linha 703 de forma a servir o bairro. O isolamento do bairro leva a que os moradores mais idosos ou com deficiência se sintam prisioneiros nas suas próprias casas.
Outro aspeto que preocupa os moradores do bairro é a falta de segurança causada pela existência de um lote, ainda por terminar, que está a ser alvo de vandalismo e de assaltos, referiram ainda que na altura que ocorreram os assaltos a este lote, também um dos prédios do bairro foi assaltado. Apesar de, após os assaltos, ter sido vedado o acesso ao r/c do lote em construção, os moradores continuam insatisfeitos e querem que a CMV os informe de quais as medidas que está a tomar e quais as soluções que encontrou para resolver este problema que já se arrasta há cerca de 12 anos.
Com esta visita a CDU pôde aprofundar os seus conhecimentos sobre a realidade local e as condições de vida dos moradores do Mirante de Sonhos.
A CDU irá propor na Assembleia Municipal de Valongo que a visita agendada para março à Freguesia de Ermesinde contemple a passagem por este bairro da comitiva da AM. Irá ainda requerer que seja dada informação escrita sobre todas as diligências que a CMV efetuou para a resolução do problema do lote abandonado.
A CDU/VALONGO,
Ermesinde, 28 de fevereiro de 2012
Uma comitiva da CDU, liderada pelo elemento da CDU na Assembleia Municipal (AM), Adriano Ribeiro, e pelo membro da Assembleia da Freguesia de Ermesinde da CDU, Sónia Sousa, visitou Domingo, 16 de Fevereiro, o Bairro de Mirante de Sonhos, localizado no extremo oriental da freguesia de Ermesinde, entre os lugares de Montes da Costa e Sonhos. Convidados pelos moradores a visitar as suas casas, verificaram a degradação das habitações provocada pela infiltração de água, que ocorre devido à má qualidade dos isolamentos utilizados na construção e à falta de intervenção da Câmara e da sua empresa, a Vallis Habita, que apenas efetuou obras de manutenção da fachada dos prédios (colocação dos azulejos em falta).
Perante os gravosos conteúdos da entrevista ao Presidente da Câmara Municipal do Valongo, Fernando Melo, publicada no Jornal de Notícias no dia 20 de Fevereiro, a CDU – Coligação Democrática Unitária torna públicas as seguintes considerações:
Declarações de Fernando Melo devem envergonhar coligação municipal PSD/CDS e confirmam menosprezo pelos Valonguenses
1. Nesta entrevista, Fernando Melo confirmou aquilo que já todos sabiam – que, objectivamente, para efeitos da gestão do município, há muito que o ainda formalmente Presidente da Câmara de Valongo renunciou ao exercício efectivo do seu mandato. Ao afirmar “Já não gosto de ser Presidente de Câmara, estou cansado disto”, Fernando Melo evidencia que está a cumprir “um frete” ao seu partido e a contar os dias até ao final do mandato, não tendo vontade nem condições para o exercício das suas funções.
A CDU considera que estas declarações são demonstrativas da ausência de uma estratégia de desenvolvimento concelhio pela coligação PSD/CDS e da sua incapacidade em dar a volta à situação de falência a que os próprios, com apoio do PS em opções estratégicas, conduziram Valongo. De facto, a coligação PSD/CDS conduziu o concelho à bancarrota e é incapaz de traçar um verdadeiro caminho de recuperação.
As declarações de Fernando Melo são ainda uma grave demonstração de menosprezo pela população de Valongo. A CDU considera lamentável que Fernando Melo encare de forma tão negativa e leviana as importantes funções que exerce.
2. Fernando Melo ataca o Poder Local Democrático ao defender a extinção de freguesias em Valongo, numa clara demonstração de desprezo pelos interesses das populações, do trabalho dos autarcas de freguesia e pela democracia de proximidade e sem ter em conta as especificidades, a história, os equipamentos e os serviços de cada uma das cinco freguesias hoje existentes no concelho.
Num contexto em que o ataque em curso ao Poder Local Democrático exige a mobilização de todos os autarcas, independentemente do seu partido, e das populações, é lamentável que Fernando Melo, ainda antes de existir nova legislação aprovada sobre a organização territorial das freguesias, venha a público propor uma radical extinção de freguesias no concelho onde é formalmente autarca. É caso para dizer “Com amigos assim, quem precisa de inimigos?”.
A CDU repudia os objectivos e os critérios da proposta de lei do Governo sobre a organização administrativa territorial autárquica, assim como a intenção de transformar as Assembleias Municipais em “carrascos” das freguesias do seu concelho, atribuindo-lhe a obrigatoriedade de decisão de extinção de freguesias em função dos critérios estabelecidos pelo Governo. Nesse sentido, desde já, a CDU torna público que apresentará na próxima sessão da Assembleia Municipal de Valongo, marcada para dia 28 de Fevereiro, uma proposta de deliberação com o objectivo de recusar as propostas governamentais e de defender o Poder Local Democrático institucionalizado com a Revolução do 25 de Abril.
Valongo, 21 de Fevereiro de 2012
A CDU – Coligação Democrática Unitária / Valongo
Perante os gravosos conteúdos da entrevista ao Presidente da Câmara Municipal do Valongo, Fernando Melo, publicada no Jornal de Notícias no dia 20 de Fevereiro, a CDU – Coligação Democrática Unitária torna públicas as seguintes considerações: Declarações de Fernando Melo devem envergonhar coligação municipal PSD/CDS e confirmam menosprezo pelos Valonguenses
1. Nesta entrevista, Fernando Melo confirmou aquilo que já todos sabiam – que, objectivamente, para efeitos da gestão do município, há muito que o ainda formalmente Presidente da Câmara de Valongo renunciou ao exercício efectivo do seu mandato. Ao afirmar “Já não gosto de ser Presidente de Câmara, estou cansado disto”, Fernando Melo evidencia que está a cumprir “um frete” ao seu partido e a contar os dias até ao final do mandato, não tendo vontade nem condições para o exercício das suas funções.
Depois de ter visitado no passado dia 8 de Janeiro a Escola Secundária de Valongo, Honório Novo apresentou na Assembleia da República um requerimento em que questiona o Governo sobre os diversos problemas que caracterizam a situação daquele estabelecimento de ensino. O requerimento pode ser consultado em anexo.
A escola em causa abriu em 1986 com capacidade para 30 turmas; presentemente, só no regime diurno funcionam 60. A população estudantil é de cerca de 1800 alunos. Em consequência, todas as salas estão sobreocupadas, não existindo sequer uma sala de alunos.
Após contacto com a Direcção da Escola e visita às respectivas instalações, Honório Novo pôde ainda ficar a saber que o edificio escolar apresenta vários problemas, entre eles de canalizações,electricidade, infiltrações e falta de iluminação. Por exemplo, no campo de,jogos não há luz e, por tal facto, os alunos não podem fazer educação física no recinto após as 17:00. Como se não bastasse, o pavilhão gimnodesportivo, que foi construido após a abertura da escola, está em muito mau estado de conservação.
De lembrar que existe projecto para uma nova escola, dadas as manifestas limitações desta, mas as obras encontram-se suspensas (carta do Ministério da Educação de novembro de 2011). A situação torna-se mais gritante se pensarmos que, este ano, há na EB 2,3 de Campo 2 turmas de secundário, dada a incapacidade da Secundária de Valongo para acolher mais alunos, e que não foi feito na escola de Campo qualquer reforço de professores. Inclusivamente, na Secundária de Valongo foram despedidos docentes.
A Coordenadora da CDU/Valongo
Depois de ter visitado no passado dia 8 de Janeiro a Escola Secundária de Valongo, Honório Novo apresentou na Assembleia da República um requerimento em que questiona o Governo sobre os diversos problemas que caracterizam a situação daquele estabelecimento de ensino.
A escola em causa abriu em 1986 com capacidade para 30 turmas; presentemente, só no regime diurno funcionam 60. A população estudantil é de cerca de 1800 alunos. Em consequência, todas as salas estão sobreocupadas, não existindo sequer uma sala de alunos.Após contacto com a Direcção da Escola e visita às respectivas instalações, Honório Novo pôde ainda ficar a saber que o edificio escolar apresenta vários problemas, entre eles de canalizações,electricidade, infiltrações e falta de iluminação.